segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O PERIGO DAS CRENÇAS E SURPERTIÇÕES RELIGIOSAS

Quando observei o motivo de alguns povos para ferir e até matar outras pessoas, fiquei surpreso com as futilidades das causas que levavam as pessoas a cometerem tais atrocidades. Vi por exemplo: que alguns indígenas da ilha de papua na nova guine, acreditavam que os feiticeiros das aldeias vizinhas tinham o poder de lhes causarem enfermidades ou faziam com que suas lavouras não produzissem, simplesmente por meios de “magia”, o resultado dessa crendice tola era terrível! Pois para se vingar do suposto feiticeiro, eles o caçavam e depois que o capturavam, esquartejavam o homem que nem sabia o motivo de sua captura. Depois matavam e comiam o homem. Outro exemplo é dos camponeses da idade média, que quando ouviam os trovões que precediam as tempestades diziam que a causa dos trovões era o Deus torr que batia nas nuvens com seu martelo para repreender os homens. E logo depois da tempestade, eles levavam oferendas para acalmar o suposto “Deus torr’’. A mitologia grega não tinha outro objetivo a não ser dominar pelo medo. O povo cresce ouvindo estórias e fábulas. E com o passar do tempo, até que cheguem a idade adulta, eles enraízam aqueles contos fantasiosos em suas mentes e acabam por acreditar que aquilo é verdade. Isso começa dentro de casa, quando o pai começa a passar para o filho o que aprendeu do pai dele.... Todo tipo de superstição é prejudicial, pois cegar a razão e entorpece os sentidos. Não devemos ter medo da vida, mas devimos aprende com ela, não precisamos que nos mostrem as causas que fazem o universo funcionar, pois o nosso organismo é uma miniatura dele. Tudo que temos que fazer e observar a vida em nossa volta. No decorre das eras, muitos homens perceberam que poderiam tirar proveito com as fabulas e os mitos — pois os homens de modo geral dependem que alguém os guie —. As atuais religiões são hoje um dos principais agentes de loucura na comunidade. As religiões são a principal causa de intolerância, muitas se dizem justas, mas adoram dinheiro e ditam até o jeito de seu adeptos se vestirem. O judaísmo por exemplo; excomungam e humilha quem questionar seus dogmas ultrapassados e ainda prega a tolerância sendo que eles próprios não toleram nada. Se o homem não despertar logo desse terrível sono e ver que isso não passa de tolices, e procurar rasgar o véu que encobre as superstições e crendices populares, nunca virão a luz da realidade e nem irão provar o doce sabor da razão. Outro triste exemplo de alienação foi o da inquisição católica, que quando a igreja que na época tinha a maior influência na política e na cultura pobre, se viu diante de um dilema — pois muitos livres pensadores começaram a inserir ideias novas nas mentes da população. Uma delas foi que a terra era redonda e não chata como defendia erroneamente o clero, isso trazia trágicas consequências para a igreja acostumada a ter o povo em suas mãos sujas de corrupção e mentiras. Logo colocaram nas mentes da população: que quem pensasse fora do que o papa dizia, estaria possuído ou blasfemando, e logo depois lançariam o homem que não aceitava ser dominado por fabulas na fogueira. Foi assim que fizeram com Giordano bruno por volta de 1.600. As superstições estão tão presentes na cultura ocidental, que qualquer infortúnio que acontece em nossas vidas tendemos a culpar as estrelas, dias da semana, olho gordo e etc. Isso seria cômico se não tivesse consequências marcantes. Por exemplo; na idade média foi posto uma fabula no cociente popular, que os pássaros e os gatos negros traziam azar! O que aconteceu, foi que todos os pássaros negros foram mortos sem precedentes e com isso a praga de insetos que atacavam as lavouras aumentaram. Pois sem os pássaros para comer os insetos, logo eles não tinham mais obstáculos para acabar com as plantações, mas os homens devido a sua visão supersticiosa e religiosa, não percebiam que a causa do aumento da população de insetos era a matança dos pássaros negros. Ao invés disso, preferiam acreditar que os culpados pela praga de insetos eram os gatos negros da cidade. E começaram a matar a todos os gatos negros que encontravam pela frente! Aumentando assim a população de ratos que vinham nos navios mercantes, trazendo com eles várias enfermidades. O mais importante disso tudo é que a razão deve prevalecer sempre, e todo tipo de superstições seja ela religiosa ou herética deve ser abolida da mente do homem que busca a verdade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário